sexta-feira, 27 de julho de 2012

De acordo com a primeira Lei da Termodinâmica, que trata do princípio da Conservação da Energia, “a variação de energia interna de um sistema é igual à diferença entre o calor trocado com o meio externo e o trabalho por ele realizado durante uma transformação”.
Entretanto, um grupo de físicos do MIT apresentou um estudo onde demonstram, pela primeira vez, que uma lâmpada de LED é capaz de emitir mais potência (luz) do que a energia que ela consome. Durante os testes, eles conseguiram que o dispositivo produzisse 69 picowatts de energia consumindo apenas 30 pW, ou seja, ele apresentaram uma eficiência de 230%.

Como?

Os cientistas descobriram que, ao diminuir a tensão pela metade, o consumo de energia da lâmpada foi quatro vezes menor, enquanto que a luz emitida foi proporcional à tensão, ou seja, resultou duas vezes mais alta que o consumo.
Isso pode ser aplicado a qualquer lâmpada de LED e significa que, quanto menos energia é enviada ao dispositivo, mais eficiente se torna a sua produção de luz. Além disso, se a quantidade de energia é suficientemente reduzida, é possível alcançar uma eficiência superior a 100%.

As Leis da Termodinâmica já eram?

Para que fosse possível conseguir esse resultado, os cientistas aproveitaram as pequenas quantidades de calor produzidas pelas lâmpadas para gerar mais energia do que a consumida.
Em outras palavras, ao observarmos o sistema como um todo — e não apenas a energia que entra e sai —, o que realmente acontece é que, quando a lâmpada se torna mais do que 100% eficiente, ela começa a se resfriar, indicando que, na verdade, ela está roubando energia — na forma de calor — de seu próprio ambiente para convertê-la em luz emitida


A primeira escolha para iluminação de longo prazo

As lâmpadas fluorescentes são responsáveis por mais de 70% de toda a luz artificial em todo o mundo, mas consomem apenas 50% da energia necessária para iluminação, já que precisam de apenas um quinto da eletricidade que uma lâmpada comum precisa para funcionar. Dependendo do tipo e da forma de funcionamento, a vida mediana varia entre 5.000 e 45.000 horas, ao passo que uma lâmpada comum dura apenas 1.000 horas.
Lâmpadas fluorescentes inovadoras como a LUMILUX da OSRAM, nos seus novos formatos, abrem ainda mais opções para projetos de iluminação. O
funcionamento via reator eletrônico, como o QUICKTRONIC da OSRAM, garante uma economia máxima e longadurabilidade.
Lâmpadas Ecológicas Lâmpadas 
Ecológicas. Veja aqui algumas dicas de lâmpadas ecológicas, considerando o enorme consumo destas lâmpadas e com a preferência pelas lâmpadas fluorescentes, aumentou a  quantidade de lâmpadas incandescentes acumuladas em diversos locais.  No entanto, com um pouco de imaginação, estas lâmpadas poderiam ser melhores aproveitadas e se tornarem algo extremamente útil e decorativo, como neste caso onde se tornaram vasos para plantas de pequeno porte.



terça-feira, 10 de julho de 2012

O lado escuro das lâmpadas floucompactas

Considere o seguinte – em vez de salvar o ambiente, as LFCs estão, na realidade, destruindo-o. As LFCs devem ser encaradas como tecnologia tóxica, quando levamos em conta a contaminação pelo mercúrio, a radiação ultravioleta e a radiação de rádio-frequência. Do berço ao caixão, as LFCs constituem um perigo para o bem estar e para a saúde da população, além de contribuírem com mais toxicidade para o ambiente. Na realidade as LFCs não reduzem a nossa pegada de carbono e pode até aumentá-la em certas situações. Para piorar a situação, as LFC emitem níveis nocivos de radiação electromagnética.